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08/07/2018

Como registrar um domínio?

você sabia da História dos domínios de Internet: Conheça a origem, o desenvolvimento e o lucrativo mercado por trás dos endereços da Internet

11:39 0

...    A História dos domínios de Internet     

 A História dos domínios de Internet

Conheça a origem, o desenvolvimento e o lucrativo mercado por trás dos endereços da Internet





Qualquer usuário da Internet está acostumado com a ideia de digitar um endereço na barra do navegador e, assim, ser levado até um site específico. 

É um princípio básico da navegação online

Mas você sabia que nem sempre foi tão fácil? 

A ideia de atribuir um nome, ou seja, um domínio
para identificar um website
é um mecanismo criado alguns anos após o início da Internet.

Hoje, os domínios são importantes para a identidade de marcas e organizações e movimentam um mercado milionário

Confira, a seguir, um breve histórico desse universo e as curiosidades que envolvem o tema.





Um dos endereços mais acessados do mundo (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)


Origens

A Arpanet, precursora da Internet
surgiu na década de 1960
foi a partir dela que, 
aos poucos, uma rede mundial de computadores 
foi se desenvolvendo. 
Nos anos 1980, a Internet 
já utilizava o protocolo TCP/IP 
para o envio e recebimento de dados
que é a norma até hoje.

Porém, os 
números divididos por pontos 
que direcionavam até os sites 
não eram algo muito simples para o usuário comum. 
É aí que entra o 
Sistema de Nomes de Domínios (DNS, na sigla 
em inglês), 
o recurso criado para traduzir 
os endereços IP 
para nomes de domínios
muito mais 
coerentes e fáceis de lembrar.

Em 1984, foram estabelecidos os 
sete primeiros domínios de 
primeiro nível (TLDs), 
que são as terminações dos endereços web
como 
“.com”, 
“.net” 
ou 
“.org”. 

O primeiro domínio registrado foi o
 symbolics.com, 
em 1985, 
por uma fabricante de computadores 
em Massachusetts, nos Estados Unidos.


Nessa época, qualquer um poderia registrar um domínio gratuitamente

Só a partir de 1995 esse procedimento se tornou pago. 

A empresa de consultoria tecnológica Network Solutions foi a primeira com a habilidade cobrar pelos registros.



ICANN, órgão responsável por regular os domínios com nome na Internet  (Foto: Divulgação/ICANN) 


Entre os 100 primeiros domínios da História, estão nomes conhecidos do mundo da tecnologia
como 
Xerox.com, 
HP.com, 
Siemens.com, 
Adobe.com 

Apple.com 
— todos registrados de 1985 a 1987. 

A popularização e comercialização da Internet
porém, só viria na década seguinte.

O sistema de domínios 
era controlado pelo governo americano até 1998, 
quando o Departamento de Comércio dos EUA 
decidiu privatizar o DNS

O objetivo era aumentar a competitividade no mercado e impulsionar a participação internacional

No entanto, houve muitas críticas quanto ao regulamento, que foram expressadas em um documento público e resultaram na criação da 
Corporação da Internet para Nomes e Números Atribuídos (ICANN), 
uma entidade sem fins lucrativos 
responsável pela gestão global dos endereços de 
IP e dos domínios.

Regulamentações

Com o crescimento da Internet 
e suas infinitas oportunidades, 
surgiam também problemas. 

Um deles era o registro de domínios enganosos. 

Para combater a criação abusiva de URLs 
que se passam por marcas e pessoas 
usando nomes similares 
ou se aproveitando de erros de digitação
os Estados Unidos aprovaram, em 1999, 
a Lei de Proteção ao Consumidor Anticybersquatting.


Outra questão eram os domínios falsos que encaminhavam usuários para sites pornográficos. 

Endereços atrativos inclusive 
para o público infantil, 
como 
teletubbies.com, 
foram usados assim. 
Visando coibir isso, em 2003,
foi aprovada a 
Lei de Verdade 
em 
Nomes de Domínios, 
uma norma que proíbe a prática. 
Já em 2005, os EUA apresentaram o 
"US Principles on the Internet DNS", 
um documento oficial com diretrizes 
para assegurar 
segurança e estabilidade 
ao sistema de domínios.

No Brasil
o registro de domínios 
esbarra em leis de 
propriedade intelectual 

direito do consumidor, 
mas não temos legislação concreta sobre o tema. 
Projetos de lei com essa finalidade tramitam no Congresso Nacional e no Senado desde pelo menos 2003, mas nada foi adiante. 
O que existe no país 
é a atribuição da responsabilidade 
pelos registros ao 
Núcleo de Informação e Coordenação do 
Ponto BR (NIC.br), 
por meio do Registro.br
A entidade civil sem fins lucrativos implementa as decisões e os projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que é o 
responsável por coordenar e integrar as iniciativas e serviços da Internet nacionais.

Expansão dos TLDs

Em 2014, o ICANN 
disponibilizou mais de 130 novos domínios de primeiro nível, aumentando exponencialmente as possibilidades para novos websites
São terminações com 
nomes de locais, 
objetos, 
ações, 
marcas, 
comidas, 
esportes, 
entre outros, como 
.vote”, 
.music” 
ou 
.apple”. 

O total de TLDs disponíveis em 2017 ultrapassava 1,5 mil. No início deste ano, o NIC.br anunciou a oferta de 56 opções de categorias relacionadas a 
cidades brasileiras, como 
.rio.br”, 
.sampa.br” 
ou 
.floripa.br”.



Centenas de domínios de primeiro nível surgiram nos últimos anos (Foto: Reprodução/Web Drive)


O TLD com mais endereços registrados é o 
“.com”, 
disparado à frente do ranking. 

Em seguida, estão, 
“.cn”, 
“.tk” 

“.de”, 
referentes, respectivamente, 
à China, 
ao arquipélago de Tokelau 
e à 
Alemanha, 
e o 
“.net”. 

Com frequência, domínios de primeiro de nível de países são apropriados para outros usos. 
Por exemplo, o “.tv” 
foi criado para o Tuvalu, 
uma estado da Polinésia, 
mas é muito utilizado pela indústria televisiva, e o 
“.im”, que se refere à Ilha de Man, 
uma nação britânica, 
costuma ser empregado por 
serviços de mensagens instantâneas.

Grandes negociações

O surgimento dos domínios deu origem a um mercado milionário, em que empreendedores compram endereços aos montes para vendê-los por preços mais altos. É como uma especulação imobiliária virtual: determinados domínios, em especial nomes simples e óbvios, são extremamente lucrativos para quem sai na frente e consegue registrá-los. 
Afinal, 
um domínio adequado 
pode ser muito importante 
para a 
visibilidade 
e a 
identidade de um negócio

Durante um dia de 2012, Mike Mann, um desses especuladores, comprou quase 15 mil domínios.

O endereço mais caro de todos os tempos é o lasvegas.com
negociado por US$ 90 milhões em 2005. 
Outros exemplos de grandes vendas 
no ramo incluem o 
vacationrentals.com, 
comprado por US$ 35 milhões por um empresário do turismo, em 2007, 
e o 
sex.com, 
que movimentou US$ 13 milhões em 2010 depois de uma longa e complexa disputa judicial.

Conseguir um bom domínio hoje é de fato bastante difícil, principalmente entre os escassos .com”. 
Segundo um estudo da 
startup croata WhoAPI, desde 2013, 
todas as combinações possíveis 
com quatro letras estão esgotadas
De 
aaaa.com 

zzzz.com, 
as 
456.976 possibilidades 
já foram 
registradas.





fonte: techtudo
..
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o ooOAdicione sua URL no Google, e apareça nas buscas

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17/12/2015

.Justiça determina bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil por 48 horas

15:46 0

Justiça determina bloqueio do WhatsApp em todo o Brasil por 48 horas



Justin Sullivan/Getty Images/AFP
Além de troca de mensagens, Whatsapp também permite chamadas telefônicas via internet
Além de troca de mensagens, Whatsapp também permite chamadas telefônicas via internet


A Justiça mandou as operadoras de telefonia fixa e móvel bloquearem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 48 horas, a partir de 0h desta quinta (17). A medida foi determinada pela 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo nesta quarta (16).
Embora travem uma disputa com o aplicativo há meses, as teles receberam a determinação judicial com surpresa.
Até as 22h, o Sinditelebrasil, associação que representa o setor, informou que as operadoras tentariam cumprir a decisão no prazo definido.

WHATSAPP FORA DO AR
Justiça determina bloqueio do app
whatsapp
Mas, devido às dificuldades técnicas do bloqueio e ao impacto que ele causará no serviço das operadoras, a Oi decidiu entrar com pedido de recurso. Se o pedido sair até a meia-noite desta quarta, o bloqueio não será efetivado pela operadora. 

Até as 22h, as demais operadoras ainda não haviam se manifestado sobre pedidos de recurso. Quem não tiver recurso judicial e não cumprir o bloqueio correrá o risco de multa e os representantes da operadora podem ser presos.
A Folha apurou que a Justiça em São Bernardo do Campo quer que o WhatsApp fique fora do ar no país devido a uma investigação criminal. 

As autoridades que investigam o caso obtiveram autorização judicial para que o WhatsApp quebrasse o sigilo de dados trocados pelos investigados via aplicativo, mas a empresa não liberou as informações solicitadas. O bloqueio seria uma represália. 

Em fevereiro, um caso parecido ocorreu no Piauí, quando um juiz também determinou o bloqueio do WhatsApp no Brasil. 

O objetivo era forçar a empresa dona do aplicativo a colaborar com investigações da polícia do Estado relacionadas a casos de pedofilia.

A decisão foi suspensa por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí após analisar mandado de segurança impetrado pelas teles. 

SEM COMUNICAÇÃO
 
No ofício, a Justiça de São Bernardo do Campo lista todas as empresas, entre operadoras de telefonia fixa e móvel, provedores de internet, e até empresa de cabos submarinos que deveriam fazer o bloqueio.

Para cumprir a decisão judicial, elas estavam, até as 22h, em uma operação de guerra. 

Isso porque, tecnicamente, não é fácil bloquear o WhatsApp. Os acessos feitos pelo aplicativo mudam as "digitais" em intervalos de tempo bastante curtos, o que requer mais trabalho das equipes técnicas das empresas. 

Apesar de ser dona do aplicativo, o Facebook no Brasil não comentou o caso porque considera o WhatsApp um negócio separado. A assessoria de imprensa do aplicativo nos EUA não respondeu até as 22h.

PIRATARIA
 
As teles já vinham reclamando ao governo que é preciso regulamentar o serviço do aplicativo, que faz chamadas de voz via internet. Para elas, esse é um serviço de telecomunicações e o WhatsApp, e demais aplicativos do gênero, não poderiam prestar porque não são operadores.
Recentemente, o presidente da Vivo, Amos Genish, disse em um evento que o aplicativo prestava um serviço "pirata" e defendeu regulamentação.
"Não tenho nada contra o WhatsApp, que é uma ferramenta muito boa, mas precisamos criar regras iguais para o mesmo jogo", disse.
"O fato de existir uma operadora sem licença no Brasil é um problema", afirmou Genish, em referência ao serviço de voz do aplicativo.
Para o executivo, o WhatsApp estaria funcionando, na prática, como uma operadora de telefonia. 

 fonte: www1.folha.uol 




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